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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Mangaká

Mangaká, é uma profissão conhecida desde a era feudal, os praticantes desta profissão eram considerados bruxos e sofriam naturalmente preconceito. Com o passar dos tempos, foi ganhando reconhecimento (no JAPÃO), e no mundo, onde hoje se estabiliza em um patamar de alta comercialização.
Os mangakás são aqueles que criam o famoso Mangá, (histórias em quadrinhos japoneses), que se for de alto sucesso poderá virar série (ANIME) como: Dragon Ball, Naruto, GTO, Death Note, Bleach, Hunter x Hunter, entre outros.
Esta profissão exige tempo, dedicação, treino, paciência, e principalmente criatividade. Todos mangakás, cronometram suas rotinas, (geralmente eles usam tabelas), que diz os dias e horários, de cada compromisso diário. (nesta tabela está marcado os prazos de entrega dos trabalhos, e até mesmo o horário para dormir e comer). OBS: O MANGAKÁ é um título para criadores de histórias em quadrinhos japonesas, sendo assim, pode ser um grupo de criadores, ou (oque é mais natural), uma única pessoa.
Os que se dedicam a esta profissão, são pessoas que amam o quadrinho, pois nesta área não se obtém um retorno financeiro alto, exceto se você criar uma história de sucesso.


Por José Aparecido Jesus Corrêa Júnior, estudante do Terceiro Ano do Ensino Médio.

Quadrinista

Um quadrinista, como seu nome já diz, trabalha com quadrinhos, (histórias e quadrinho), É uma profissão muito ampla, pois há vários tipos de quadrinhos, poderia ser um COMIC (quadrinhos americanos, como por exemplo, Superman, Homem-Aranha, etc.), como ser também um mangaká, (criador de histórias em quadrinhos japonesas, como, por exemplo, Inuyasha, Gatchaman Crowds, etc.). Ou até mesmo poderia exercer essa profissão no BRASIL, como por exemplo, em, A TURMA DA MÔNICA, uma criação de história em quadrinho brasileira.
Quadrinistas tem seus altos e baixos, pode até ser uma profissão conhecida, mas não é muito valorizada, e também tem uma rotina bem puxada, com muita dedicação, tem que estar em um ambiente calmo para que possa produzir.
Quem entra neste ramo, é porque gosta muito, pois não há um reconhecimento tão alto (comparado com seus esforços). E também não há um retorno financeiro desejável.


Por José Aparecido Jesus Corrêa Júnior, estudante do Terceiro Ano do Ensino Médio.